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Nas Oficinas

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A história que vou contar passou-se com a minha esposa à algum tempo atrás.
Ela é funcionária administrativa numa escola do norte do país.
Uma escola como tantas outras em Portugal, antiga escola industrial, composta por um prédio enorme e um bloco oficinal, separados por um átrio e um campo e jogos.
No bloco oficinal tinham aulas práticas os alunos dos cursos profissionais e os do ensino nocturno.
Num fim de tarde, precisou de falar com um professor que tinha lá sido colocado recentemente, a propósito do seu processo, ligou para lá, mas ninguém atendeu, pro-vavelmente a funcionária de serviço já teria saído, pensou ela.
Como o assunto era urgente, pensou em lá ir, assim tendo feito, em 10 anos de serviço naquela escola nunca tinha ido ás oficinas.
Entrou no bloco oficinal, o silêncio era total, os alunos que o frequentavam eram em número reduzido e já deveriam ter terminado as aulas, por isso é que não viu a funcionária que deveria estar numa secretária ao fundo do corredor.
A secretária ficava junto à sala de oficinas, cuja porta estava fechada, bateu a esta e ninguém falou, rodou a maçaneta e verificou que esta abriu a porta.
Era uma sala enorme com mesas e bancadas de traba-lho, ao fundo tinha duas portas que deveriam dar acesso a arrecadações.
Decidiu entrar e ver melhor, uma das portas estava entreaberta, dava para um vestiário e arrecadação, a outra porta mais afastada estava fechada, ao passar junto dela pareceu-lhe ouvir barulhos do seu interior, parecia uma televisão ligada, decidiu bater, mas mais uma vez nada.
Intrigada, pois continuava a ouvir sons que pareciam vozes misturadas com gemi-dos, baixou-se e espreitou lá para dentro pelo buraco da fechadura.
Ficou estupefacta, não queria acreditar naquilo que via, era um gabinete e no meio deste o professor, bastante jovem, teria uns 25 anos, encontrava-se de pé com as calças caídas até aos pés e a empregada, uma bela trintona, de joelhos diante dele, chupava-lhe o caralho.



Era um grande bacamarte, grosso e bastante rijo, que lhe entrava e saía da boca, ora mais rápido ora mais lento, era ele que gemia com o gozo provocado pelo broche da funcionária.
Estava toda desalinhada, com a camisola subida até ao pescoço, as mamas fora do soutien, eram cheias e muito brancas, com um ponto muito negro no meio, de vez em quando ele apalpava-as e acariciava-as.
Esteve mais de cinco minu-tos a vê-los, isso deu-lhe uma enorme tesão que fez com que ela não perdesse nada, a cona dela começou a morder-lhe o que a levou a acariciar-se mesmo por cima das calças, estava a ficar toda molhada.
Nisto já os outros tinham mudado de posição, era ago-ra ele que tinha levantado a saia dela, retirando-lhe as cuecas, deixando visível uma cona bem povoada de pintelhos pretos que lhe fazia um minete, lambendo e chupando-lhe o grelo.


Nesse momento a minha mulher não espera mais, bate com força à porta, ao mesmo tempo que roda o trinco e a porta abre, mostra-se surpreendida.
Foi a confusão total, ele levanta-se, ainda com as calças em baixo e o membro imponente, todo erecto, apontando para a frente na direcção da minha esposa, ela tenta tapar as mamas com as mãos, não vendo que a saia continuava em cima, com a cona toda à mostra.
Após alguns momentos de hesitação da parte de todos, a minha esposa diz ?conti-nuem, podem continuar, não se incomodem comigo? e aproxima-se deles, não tiran-do os olhos de cima do cara-lho do jovem, que permane-cia rijo e teso, quase implo-rando que o pegassem.
Foi o que aconteceu, ela bai-xou-se diante dele e pegou-lhe meigamente, beijando-o e metendo-o lentamente na boca, começando a fazer-lhe um belo broche.


A outra acabou por despir-se toda, vendo a minha esposa a chupar o caralho do professor, começou a acariciar-se, descendo lentamente as mãos pelas mamas até à rata, metendo lá dentro, primeiro um e depois dois dedos, iniciando uma consolável mas-turbação.
A minha esposa continuava a chupar o caralho do outro, até que sentiu retirarem-lhe a roupa, primeiro a tshirt e depois as calças, era a outra fulana, ela foi facilitando a tarefa da outra, sem deixar de mamar na pichota do outro.
Quando a minha ficou toda nua a outra começou a apal-pa-la e a acaricia-la, meten-do-se por trás dela, beijando-lhe as costas ao mesmo tem-po que lhe metia os dedos na cona, que já estava toda langonhenta.


O tipo, vendo isto, retira a pichota e vem para trás da outra, baixa-a um pouco, e enfia-lhe o enorme caralho cona dentro, ao mesmo tem-po que a minha mulher se vira para a outra, com a cona peluda perto da cara dela, ao que esta aproveitou, metendo a língua toda por entre os lábios macios e húmidos da rata da minha esposa.
O professor continuou a foder a outra mais algum tempo, esta gemia e lambia a minha mulher, após algum tempo, retira a pichota de dentro da cona da outra e investe com ela em riste direito à minha esposa, puxa-a, deita-se em cima de uma mesa que havia na sala, e de caralho no ar diz à minha mulher que se sente em cima dele, ela assim faz, fazendo instantaneamente desaparecer o instrumento do tipo na sua cona.


Fazendo o sobe e desce, começou a fodê-lo com um ritmo cadenciado, a outra aproximou a ratinha dela da boca do fulano que rapida-mente a começou a lamber mais um vez, enquanto con-tinuava a cavalgada da minha esposa.
Minutos depois, com ele quase a vir-se, diz a minha mulher para sair de cima dele, põem as duas de joe-lhos diante dele e mastur-bando-se lança um enorme jacto de leito para cima os corpos nus das duas mulhe-res, atingindo-as nas mamas e cara.
Esta história conto-me ela nesse dia à noite, é clara que demos uma valente foda também.

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